• Sílvia Moreira

Insetos para consumo humano? Um futuro bem presente.

Atualizado: Ago 25

As alterações constantes ao estilo de vida, a promoção e aumento da atividade física, e o aumento da expectativa de vida, são apenas alguns dos fatores que levam os consumidores a procurar ativamente novas (e sustentáveis) fontes de proteína. No meio da discussão (ainda) acesa entre defensores de consumo de carne e defensores das plantas, aparece uma nova saída: os insetos.



É crescente o número de artigos científicos que defendem os insetos enquanto fontes ricas de proteína, ferro, zinco e fibras, sendo a sua suplementação na alimentação vista como um auxílio importante para aumentar o rendimento físico (ou para ter energia para as atividades do dia-a-dia).


A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) anunciou em comunicado no passado mês de junho, que foram aprovadas sete espécies de insetos para comercialização e consumo humano em Portugal. De acordo com o comunicado divulgado, “os insetos podem ser comercializados/usados, inteiros (não vivos) e moídos (por exemplo, farinha). Partes ou extratos de insetos não podem ser comercializados”.


As setes espécies aprovadas contam com duas espécies de grilo, duas de larvas, duas de gafanhotos e uma de besouro.


No entanto, a DGAV chama a atenção para o risco de alergias associadas ao consumo destes ingredientes, sendo “importante que os consumidores sejam claramente informados na rotulagem e na comercialização, que um alimento contém insetos e de que espécie são”.


E você, está disposto a experimentar?


Este artigo foi escrito com base neste documento.

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